quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Prosthechea terassaniana

Prosthechea terassaniana  é uma espécie de pequeno a médio porte que possui pseudobulbos fusiformes, comprimidos lateralmente (achatados), cujo ápice suporta uma, raramente duas, folhas oblongas lanceoladas e ligeiramente coriáceas. A sua inflorescência é ereta e composta por várias flores não ressupinadas e ligeiramente perfumadas. Aqui, floresce quase sempre em pleno Inverno.

Família: Orchidaceae         Género: Prosthechea        Espécie: terassaniana

Habitat natural: É uma espécie epífita, proveniente do Estado de S. Paulo, no Brasil. Desenvolve-se em florestas quentes e húmidas (chuvosas) de baixa altitude, entre os 200 e os 300 metros.





Cultivo: É cultivada montada numa pequena placa de cortiça, na estufa temperada quente, em ambiente sombreado, mas com boa luminosidade. O local é bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar.
Regas frequentes nas estações mais quentes e secas do ano, espaçando estas bastante durante o Inverno.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix uma a duas vezes por semana, com doses pouco concentradas. No Inverno suspenso as fertilizações, tal como faço com a generalidade das orquídeas.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Lalelia rubescens

A Laelia rubescens é uma espécie de pequeno/médio porte, fácil de acomodar e de cultivar. Apresenta pseudobulbos ovoides, curtos  e algo enrugados, geralmente com uma única folha apical, coriácea e de forma ovalada lanceolada. As suas inflorescências são longas e compostas por diversas flores levemente rosadas e perfumadas.

Família: Orchidaceae         Género: Laelia        Espécie: rubescens

Habitat natural: É uma espécie que se desenvolve de forma epífita, raramente como litófila, em vários países da América Central:  México, Honduras, Nicarágua, Guatemala, Belize, El Salvador, Costa Rica. Habita em regiões florestais decíduas, sobre as árvores, em locais secos e expostos ao sol  e bem ventilados, desde o nível do mar até aos 1700 metros de altitude.




Cultivo: Está todo o ano na estufa temperada quente, em local com excelente luminosidade e bem ventilado.
É cultivada montada numa pequena placa de madeira. Rego com alguma frequência durante as estações mais quentes e secas do ano, reduzindo drasticamente as regas na segunda metade do Outono e no Inverno. Se o tempo for algo frio e chuvoso deve mesmo suspender-se qualquer tipo de rega.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, aplicando apenas metade da dose indicada pelo fornecedor para cada litro de água. A partir de meados do Outono e Inverno suspendo as fertilizações. 

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Barkeria whartoniana

A Barkeria whartoniana é uma espécie de pequeno a médio porte com belíssimas inflorescências multiflorais, maravilhosamente coloridas e de formas muito exóticas e invulgares. É mais uma orquídea para apreciar nos seus mais detalhados pormenores, sendo para mim uma muito agradável surpresa.

Família: Orchidaceae          Género: Barkeria         Espécie: whartoniana

Habitat natural: Espécie que se desenvolve de forma litófila, ocasionalmente como epífita, em florestas de árvores decíduas, em ambientes quentes e secos, cujas altitudes se situam entre os 200 e os 300 metros, no Estado de Oxaca, no México.




Cultivo: É cultivada todo o ano na estufa temperada/quente, em ambiente bem ventilado, sombreado mas com excelente luminosidade e bom grau de humidade do ar, geralmente sempre acima dos 50%.
Está num pequeno vaso/cesto, suspenso, com casca bem grossa e argila expandida.
Rego frequentemente nas estações mais quentes e secas do ano, reduzindo drasticamente durante parte do Outono e no Inverno.
Fertilizo uma a duas vezes por semana com o Akerne Rain Mix, sempre com doses pouco concentradas. No Inverno suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Gastrochilus acutifolius

A Gastochilus acutifolius é uma espécie de pequeno a médio porte, de crescimento monopodial, algo semelhante às Vanda, com inflorescências curtas e com diversas flores, levemente perfumadas.

Família: Orchidaceae        Género: Gastrochilus       Espécie: acutifolius

Habitat natural: É uma espécie epífita, que habita florestas mistas (coníferas e folhosas decíduas e semi-decíduas) de baixa e média altitude, entre os 700 e os 900 metros. É proveniente da Ásia, de locais como a Índia (Assam), os Himalaias do leste, o Nepal, a Birmânia e  o Vietname.




Cultivo: É cultivada todo o ano na estufa temperada quente, onde as temperaturas mínimas nunca descem abaixo doa 12 a 13 graus. O ambiente de cultivo é ligeiramente sombreado, recebendo excelente luminosidade, sendo bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar.
Está num pequeno cesto de madeira, com um substrato à base de casca de pinheiro grossa e argila expandida.
Rego com frequência e abundantemente nos meses do ano mais quentes e secas, reduzindo consideravelmente quando o tempo vai frio e chuvoso.
Fertilizo uma a duas vezes por semana com o Akerne Rain Mix, semtre com doses pouco concentradas (metade da dose indicada para cada litro de água). Durante a segunda metade do Outono e no Inverno suspendo todas as fertilizações.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Cattleya loddigesii

A Cattleya loddigesii é uma espécie de médio porte, bifoliada, com pseudobulbos cilíndricos, estreitos e longos, encimados por duas folhas elípticas/oblongas e coriáceas. As suas inflorescências surgem a partir de uma espata que se forma do ápice dos pseudobulbo, no meio das duas folhas, cujas hastes florais são geralmente compostas por duas ou mais flores, cerosas e de longa duração.

Família: Orchidaceae       Género: Cattleya      Espécie: loddigesii

Habitat natural: Espécie que se desenvolve de forma epífita, por vezes litófila, em habitats de baixa altitude, junto à costa, no Estado da Baía - Brasil, no sul da Argentina e no Paraguai.



Cultivo: É cultivada na estufa aquecida, onde a temperatura nunca desce abaixo dos 12 graus, em ambiente sombreado, mas com boa luminosidade, com elevado grau de humidade e boa ventilação.
Está num vaso médio (cerca de 12 cm de diâmetro), num substrato à base de casca de pinheiro grossa (Orchiata) e argila expandida, numa percentagem de 70% para 30%, respetivamente.
Rego apenas o necessário para manter o substrato ligeiramente húmido, deixando secar entre regas, por um curto espaço de tempo. No Inverno reduzo drasticamente as regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas, misturando apenas metade ou menos de metade da dose indicada pelo fornecedor, para cada litro de água. Na segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Rodriguezia venusta

A Rodriguezia venusta é uma planta de pequeno porte, com pseudobulbos ovoides/oblongos, envolvidos por diversas bainhas em forma de folhas e encimados por uma única folha, linear-lanceolada, coriácea e verde escuro. As suas inflorescências são relativamente longas e pendentes, apresentando diversas flores brancas, maculadas de amarelo na base do labelo e perfumadas.

Família: Orchidaceae        Género: Rodriguezia        Espécie: venusta

Habitat natural: É uma espécie epífita, que se desenvolve em  florestas situadas entre os 500 e os 1800 metros de altitude, no Brasil, na Colômbia, no Peru e no Equador.




Cultivo: Deve preferencialmente cultivar-se montada numa pequena placa de cortiça ou de madeira, devido a não suportar as raízes molhadas por longos períodos de tempo.
O ambiente de cultivo deve ser temperado quente, o ano todo, sombreado, com elevado teor de humidade do ar e excelente ventilação.
Se cultivada montada, as regas devem ser frequentes (1 vez ao dia, durante a manhã) nas estações mais quentes e secas do ano e bastante espaçadas durante o Inverno. 
Fertilizo com o Akerne Rain Mix uma a duas vezes por semana, entre o final de Fevereiro e o final de Outubro, sempre com doses pouco concentradas. Suspendo as fertilizações durante o restante período do ano.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Masdevallia veitchiana

A Masdevallia veitchiana é uma espécie de porte considerável, para este género, possuindo inflorescências que sobressaem bem acima da planta, com flores de grande porte e das mais intensamente coloridas entre todas as outras suas congéneres. É uma planta ideal para climas frios.

Família: Orchidaceae       Género: Masdevallia       Espécie: veitchiana

Habitat natural: Esta é uma espécie geralmente terrestre, por vezes litófila, muito raramente epífita, proveniente da região andina de Machu Picchu, no Peru, onde se desenvolve, em espaços abertos,  entre os 2000 e os 4000 metros de altitude.



Cultivo: Está cultivada todo o ano na estufa fria, no local mais fresco e sombreado, de forma a evitar, o mais possível, as altas temperaturas do Verão. O ambiente de cultivo é bem ventilado e com elevado grau de humidade.
Utilizo um vaso pequeno, com cerca de 8 cm de diâmetro, e um substrato à base de casca de pinheiro fina e média ( da ORCHIATA), alguma argila expandida (15%) e alguma perlite (15%). Estes valores são estimados e são apenas indicados como uma referência.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, mas nunca encharcado. O número de regas semanais deve estar sempre de acordo com as condições atmosféricas e climatéricas ao longo do ano.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre em doses pouco concentradas. Metade ou menos de metade da dose indicada pelo fornecedor. Quando utilizados outros adubos, deve sempre ler-se com atenção as informações constantes no rótulo, acerca da sua utilização, respeitando sempre o princípio das doses pouco concentradas. 


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do